O Festival Cangerê começou fazendo história. Durante cinco dias, o evento reuniu artistas, pesquisadores e o público em uma programação que incluiu palestras, oficinas, performances, lançamentos literários e música experimental. Um dos momentos mais marcantes foi a ocupação do Museu de Arte e Ciência, que recebeu intervenção multimídia com música independente, vídeo mapping e instalações artísticas, criando uma experiência imersiva e inesquecível.
Com curadoria ousada e plural, sob direção de Gleydson Virgulino, o Cangerê também colocou em evidência debates urgentes, especialmente o cuidado com a vida das mulheres diante do aumento dos casos de feminicídio. O festival reafirmou a cultura como ferramenta de resistência, afeto e transformação social.








