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Foto: canva.com

Romero anuncia fechamento do comércio a partir de segunda (23)

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No início da noite desta sexta-feira, 20, o prefeito Romero Rodrigues fez um anúncio de novas medidas, em vídeo divulgado em suas redes sociais, que passam a vigorar a partir da próxima segunda-feira, 23, com forte impacto em dois importantes setores da economia de Campina Grande: o comércio e o transporte. “Estamos sendo obrigados pelas circunstâncias a fazer gradações em decisões que precisam ser muito bem pesadas pelo efeito prático na vida das pessoas”, explicou Romero, que deve formalizar as decisões em decreto específico.

Comércio

O prefeito campinense, que também reforçou, destacou que, no caso da medida referente ao setor comercial (que não inclui os shoppings e galerias, por já terem sido contemplados por decreto específico) a ideia inicial na parte da tarde foi de implementar um horário alternativo para o setor – que funcionaria das 10h às 16h.

Após contatos com representantes de vários segmentos do comércio, com líderes classistas e empresários, a medida definida por Romero Rodrigues passa a ter um grau ainda maior de rigidez: o funcionamento do setor em Campina Grande será integralmente suspenso, até o dia 13 de abril. Nas sondagens realizadas pelo prefeito, prevaleceu em sua grande maioria a ideia mesmo de suspensão das atividades por tempo determinado.

Em seu novo decreto, o prefeito Romero Rodrigues está usando os mesmos princípios adotados em relação aos shoppings centers e galerias, a partir da próxima segunda-feira, 23: existem alguns segmentos do comércio que, por terem um caráter essencial, não se enquadram na medida restritiva de suspensão das atividades até o próximo dia 13 de abril. É o caso dos supermercados, paniticadoras, farmácias e postos de gasolina, que devem manter o funcionamento normal por conta do papel estratégico no cotidiano da comunidade.

Transporte público

Em relação ao transporte público em Campina Grande, Romero Rodrigues decidiu que manterá, pelo menos, 30% da frota em funcionamento. O prefeito mostrou-se contrário a uma suspensão radical, alegando que muitos fatores precisam ser levados em conta dentro da realidade imposta à cidade. Destacou, por exemplo, que devem ser levados em conta aquelas situações que profissionais de áreas essenciais precisam de deslocamento ou mesmo a circunstâncias de pessoas carentes que tenham alguma necessidade extrema de transporte, até mesmo para atendimentos médico-assistenciais que não tenham nada a ver com o Covid-19.

De qualquer forma, o prefeito campinense fez questão de enfatizar de que a orientação do poder público municipal é no sentido de que as pessoas só saiam de caso em casos de extrema necessidade, pois o isolamento é a melhor profilaxia no momento para se evitar a propagação do vírus em larga escala.

Fonte: Assessoria

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